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SEGUROS

Temos o seguro que você precisa, e na condição que cabe direitinho em seu planejamento.

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TEMOS O SEGURO CERTO PARA VOCÊ

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Oferecemos condições e preços especiais a todos os clientes, realizamos seguro sem você sair de casa, ou então, se você preferir vamos até você! E na hora do sinistro é a Agif que se encarrega de tudo. Em caso de batida você pode contar com o guincho 24 horas da Seguradora ou ligar para Agif no Horário comercial que nós iremos até você, além de poder contar com várias oficinas de nossa confiança com grandes descontos na franquia. Você pode contar com as seguintes coberturas: 

  • Incêndio

  • Roubo

  • Colisão

  • Damos materiais a terceiros

  • Garantia de reposição para veículos Okm, até 6 meses
  • Carro reserva OBS: Todas essas coberturas devem ser solicitadas ao agente na contratação do seguro pois cada uma possui um valor diferenciado, para sua contratação.

Residencial / Empresarial

O seguro residencial / empresarial Agif visa proteger o imóvel e os bens de seu negócio. As coberturas, que protegem o imóvel, maquinário, equipamentos, móveis, utensílios, mercadorias e matérias-primas, são adaptadas de acordo com a necessidade do empreendimento.

COBERTURAS

  • Seguro do imóvel; Roubo de bens;

  • Roubo de valores;

  • Vendaval, furacão, ciclone, tornado, granizo;

  • Incêndio, raio, implosão e explosão;

  • Danos elétricos;

  • Impacto de veículos terrestres;

  • Queda de aeronaves;

  • RCF Responsabilidade Civil

Vida e Saúde

O seguro de vida é o contrato pelo qual o segurador se obriga, em contraprestação ao recebimento do prêmio, a pagar ao próprio segurado ou a terceiro, determinada quantia sob a forma de capital ou de renda, quando da verificação do evento previsto.

Subdivide-se em duas espécies: seguro de vida propriamente dito e seguro de sobrevivência.

 
O seguro de vida propriamente dito tem como evento determinante de seu pagamento a morte do próprio segurado ou de terceiro.
 
Pode ser feito por toda a vida do segurado, hipótese em que o risco coberto qualquer que seja o momento do seu Óbito, ou por tempo determinado, obrigando-se o segurador apenas enquanto durar o contrato.
 
No seguro de sobrevivência obriga-se o seguro a pagar certa quantia ao segurado, se este chegar a determinada idade ou se for vivo a certo tempo, sendo, assim, contrato temporário.

Consórcio

Criado no Brasil há 60 anos, os consórcios reúnem um grupo fechado de pessoas com um fim comum: formar a poupança necessária para a aquisição de um bem, como um carro, uma moto, um caminhão, um imóvel ou outros. Todos os integrantes realizam contribuições mensais ao grupo por um período predeterminado – 80 meses, por exemplo. A cada 30 dias, um ou mais deles são contemplados. As contribuições ao grupo continuarão a ser realizadas até que todos recebam a carta de crédito que será usada para a aquisição do bem. Existem duas formas de ser contemplado no sistema de consórcios. A primeira é por meio de um sorteio realizado mensalmente. Já a outra opção é apresentar um lance que corresponde a um percentual do valor do bem desejado – recebe a carta de crédito quem apresentar a maior proposta.

Para entender melhor, quem opta por dar um lance em uma assembleia mensal, está, na verdade, antecipando prestações. Assim, vence a disputa quem puder antecipar o maior número de prestações possível. Já no caso do sorteio, é preciso contar com a sorte para ser contemplado rapidamente em uma das assembleias mensais, já que todos são elegíveis e têm a mesma probabilidade de ter seu nome escolhido.

A decisão de entrar em um consórcio deve ser tomada com muito cuidado. Na opinião do professor da FGV-RJ (Fundação Getulio Vargas), Agnaldo Pereira, a pessoa deve avaliar sua situação financeira e observar se terá condições de arcar com as despesas mensais do consórcio. Especialistas financeiros sempre recomendam que o percentual da renda comprometida com o pagamento de dívidas (o que inclui as parcelas do consórcio) nunca ultrapasse 30% do total. Além disso, se estiver em um consórcio de veículo e for contemplada, a pessoa também deve estar ciente de que a compra desse bem poderá trazer novas despesas, como IPVA, seguro, combustível, estacionamento, etc. Inclua todos esses gastos na hora de fazer as contas para avaliar sua capacidade financeira.

Consórcio ou financiamento?

Segundo especialistas, a compra à vista é sempre a melhor opção para quem quer adquirir um bem ou serviço, já que essa forma de pagamento não inclui juros nem outras taxas. Contudo, quem não dispõe de toda a quantia necessária para arcar com os custos daquilo que deseja tem no consórcio e no financiamento opções para a antecipação desse sonho.

Comparando as duas últimas modalidades, no geral, o consórcio é indicado àquelas pessoas que não precisam do bem com urgência. “Se a pessoa tem um caminhão, por exemplo, e este precisa ser substituído para que ela consiga continuar trabalhando, talvez o consórcio não seja a melhor opção. Mas se o consumidor não tem urgência do bem e tem um perfil mais poupador, o consórcio é o mais indicado”,

afirma o presidente executivo da Abac (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios), Paulo Roberto Rossi.

Além disso, pessoas com dificuldades em poupar podem encontrar nos consórcios uma oportunidade de desenvolver tal característica, já que o produto é, por natureza, uma forma de poupança “forçada”. Aqueles que possuem restrições de crédito também encontram nos consórcios uma alternativa para a aquisição de bens, visto que, segundo os especialistas, pessoas inscritas em cadastros de inadimplentes não encontram objeções para a participação em grupos de consórcios. Por outro lado, em caso de contemplação, o cotista deverá estar com a situação regularizada ou, em alguns casos, ao menos apresentar um fiador que se responsabilize pelo pagamento do saldo devedor – sem isso, a administradora do grupo poderá recusar a liberação da carta de crédito mesmo que o pagamento das parcelas do consórcio esteja em dia.

Ainda contrapondo consórcios e financiamentos, uma das vantagens do primeiro é a ausência de cobrança de taxa de juros – um encargo sempre presente nos financiamentos. No entanto, afirma o professor da FGV-RJ, quem opta por um consórcio deve estar ciente de que terá outros gastos, como a taxa de administração, o fundo de reserva e eventuais seguros.

Seguro Garantia

O QUE É SEGURO GARANTIA

Quando se fala em Seguro de um modo geral, logo, os campeões que estão sempre na mente das pessoas são os seguros de Automóvel, Vida e Residência. Entretanto, o que muitas empresas e até mesmo as pessoas desconhecem é o Seguro Garantia, uma modalidade que vem a cada dia ganhando espaço no mercado segurador.

Esse tipo de seguro existe há muitos anos, com outra roupagem, mas já existia. Historicamente falando, o Seguro Garantia ou as “fianças ou avais” foram conhecidas pelos povos antigos e utilizadas muitos anos antes de Cristo.
Os tempos mudaram e séculos depois surgem às primeiras companhias seguradoras no mundo. No entanto no Brasil, somente nos anos 90 que o Seguro Garantia toma força com a Legislação Brasileira.

O Seguro Garantia é um tipo de seguro destinado aos órgãos públicos e às empresas privadas com o objetivo de garantir o fiel cumprimento das obrigações contratuais estipuladas pelas partes, conforme descrito na apólice. Em órgãos públicos, o Seguro Garantia é usado em garantias de manutenção de oferta (licitação) e do cumprimento dos contratos. Nas empresas privadas encontramos o seguro em relações contratuais feitas com terceiros que desejam mitigar ou anular o risco de descumprimento com seus fornecedores, prestadores de serviços etc. Este seguro é bastante utilizado também por empresas que discutem valores a pagar no âmbito de trâmites dos processos judiciais e administrativos. Veja quem são os envolvidos em um Seguro Garantia:

Tomador: É a empresa contratada para executar uma obra, prestar um serviço ou fornecer mercadorias, matéria prima ou equipamentos e, ainda, aquela que discute valores a pagar nas esferas judicial e administrativa. É o Tomador quem paga o prêmio (custo do seguro) e contrata o seguro para garantir ao Segurado o cumprimento das obrigações assumidas.

Segurado: É o credor da obrigação, ou seja, a empresa ou órgão público que contrata o Tomador. O Segurado é o beneficiário da apólice.

Garantidor: É a Seguradora, uma empresa autorizada a emitir apólices para garantir as obrigações de um Tomador definidas em contrato.

Seguro Garantia X Seguro Fiança

Na realidade não existe “seguro fiança”. Essa expressão era usada há muito tempo para a contratação da “Fiança Bancária”, que tem a mesma finalidade do Seguro Garantia, mas com características bem diferentes.
O Seguro Garantia é uma das formas de caução para a participação em concorrências e garantia de execução de contratos. Além do mais, o Seguro Garantia é uma forma de caução bem mais barata e de fácil obtenção do que a Fiança Bancária. Outro detalhe é que o seguro não afeta a linha de crédito bancário.

Previdência

A Previdência Complementar é um regime de previdência privada de caráter complementar e facultativo (voluntário), organizado de forma autônoma em relação ao Regime Geral da Previdência Social. É baseado na constituição de reservas (poupança) que garantem o benefício contratado e operado pelas entidades fechadas de previdência complementar. Tem como objetivo principal: a) Aposentadoria; b) Invalidez; c) Morte (através da pensão de dependentes).

Por outro lado, com a previdência complementar, em média, o trabalhador consegue manter cerca de 60% do nível de renda que possuía até o momento da aposentadoria, conforme demonstra o gráfico a seguir. Levando-se em consideração que nessa fase da vida, há tendências de decréscimo no nível de consumo, em função da menor quantidade de compromissos a assumir, pode-se concluir que na média, a recomposição de 60% do nível de renda, garante ao indivíduo a manutenção do seu poder aquisitivo.

REGULAÇÃO E FISCALIZAÇÃO DO SISTEMA A PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR ABERTA, dada a sua finalidade lucrativa, é regulada e fiscalizada pelo Ministério da Fazenda, através de seus órgãos. A PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR FECHADA é fiscalizada pela Secretaria de Previdência Complementar (SPC), órgão do Ministério da Previdência Social e A sua Regulação cabe ao Conselho de Gestão da Previdência Complementar (CGPC), órgão colegiado, também vinculado ao Ministério da Previdência Social. Portanto, cabe à SPC e ao CGPC a fiscalização e regulação, respectivamente, das atividades realizadas pelas entidades fechadas de previdência complementar, que administram planos de benefícios de caráter previdenciário.

REGRAS DOS PLANOS

Os planos devem ter em seu regulamento a regra para concessão e elegibilidade dos: • Benefícios programáveis; • Benefícios de risco (não programáveis). Adicionalmente, devem contemplar os seguintes institutos:

1) PORTABILIDADE
Instituto pelo qual o Participante, após a cessação de seu vínculo empregatício com o patrocinador, ou associativo com o instituidor, antes da aquisição do direito a benefício pleno e desde que cumpridos os requisitos regulamentares, desliga-se do plano de benefícios, transferindo os recursos financeiros correspondentes ao seu direito acumulado para outro plano operado por entidade fechada ou aberta de previdência complementar.

2) BENEFÍCIO PROPORCIONAL DIFERIDO (BPD)
Instituto pelo qual o participante, após a cessação de seu vínculo empregatício com o Patrocinador ou associativo com o Instituidor, e tendo cumprido a carência, opta por receber o benefício, em valor proporcional ao tempo em que permaneceu contribuindo para o plano, na data prevista para o início do recebimento, ou seja, a partir do momento em que se tornar elegível, conforme previsto originalmente no regulamento. Em tal ocasião, o Participante continua vinculado ao Plano, sem que esse, contudo, recepcione novas contribuições.

3) AUTOPATROCÍNIO
Instituto que faculta ao participante, em caso de perda parcial ou total da contribuição do seu patrocinador, manter a contribuição ao plano e assumir a contribuição do patrocinador em relação à parcela reduzida. Desse modo, o participante terá assegurado o recebimento futuro do benefício nos níveis anteriormente pactuados. 4) RESGATE Instituto que faculta ao participante receber, quando do seu desligamento do plano, o valor da reserva constituída. No mínimo, o valor do Resgate deverá corresponder à totalidade das constituições vertidas pelo participante ao plano, descontadas as parcelas de custeio administrativo que, na forma do regulamento e do plano de custeio, sejam de sua responsabilidade. FUNDAMENTOS DA PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR 

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